Saúde mental: o tema que veio à tona na pandemia

Atualizado: Jul 12



Mais da metade das pessoas (51%) consultadas em pesquisa recente realizada pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) indicou que a pandemia da Covid-19 teve impacto negativo na sua saúde mental.


Diante de tamanha dificuldade coletiva, provocada por perdas irreparáveis de familiares, amigos, empregos e rotinas, foi preciso aprender uma nova forma de viver e de se relacionar.


O confronto tão de perto com a fragilidade da vida nos colocou, ainda mais, diante das questões relacionadas à nossa saúde mental. Falar nesse tema é dar atenção ao lugar das emoções, dos sentimentos e dos nossos comportamentos.


Em 2020, fomos obrigados a refletir sobre uma revolução em torno da saúde mental mundial. Transtornos como a depressão, a ansiedade, transtornos do pânico, sempre estiveram presentes, mas, agora, foram exponenciados e ganharam evidência.


A saúde mental também é tema dos Programas do Instituto Construir Ser para empresas e escolas, por exemplo. As atividades estão inseridas dentro de um contexto amplo de saúde e buscam estabelecer ações focadas na saúde mental, emocional, física e laboral.


A psicóloga clínica fundadora do Instituto, Ana Café, explica que as principais estratégias norteadoras das ações do Instituto são a mobilização e a valorização da vida. Para isso, o foco principal é atuar em parceria com instituições de ensino, associações, organizações não governamentais e sociedade civil como um todo.


“O Brasil é um dos campeões mundiais de casos de depressão, variando a incidência entre 3% a 11% da população. Nas maiores cidades, a situação é ainda mais grave com cerca de 30% da população sofrendo de algum tipo de doença mental”, aponta a psicóloga.


O Instituto desenvolve programas especiais, buscando sempre o bem-estar. As ações incluem cursos de capacitação, palestras, teatro institucional, grupos de debate e confecção e distribuição de material informativo.

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